A pergunta que se faz hoje é sobre o futuro do professor no processo da educação em plena era tecnológica. O professor perderá seu lugar para o computador? Há quem aposte que sim. Outros afirmam que jamais o professor, por sua condição humana, será substituído.
Não se detenha, aqui, a tirar conclusões que condenem quem defenda a ideia de que o professor perderá lugar para o computador. A compreensão desta tese se dá pelo ângulo de que aquele que ficar na sua prática anacrônica, sem uso das tecnologias, está fadado a se perder no tempo e no espaço.
A consolidação que hoje se tem com tantas ferramentas e a inevitável internet, foi ganhando campo gradativamente a partir do século 18 até chegar à consolidação da era tecnológica.
O processo de ensino-aprendizagem não pode prescindir da necessidade de se buscar as novas ferramentas. O professor de hoje deve ser "multimídia". A dinâmica, um dos pilares definidos pelos PCNs requer do educador o domínio das tecnologias, caso contrário o professor tenderá levar a educação do aluno à falência, porque seu mundo estará repleto de elementos muito mais atrativos do que a sala de aula... ou, dirá ele, sala de tortura.
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